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Maisa afirma ter paralisia do sono; o que é o problema? – 08/01/2020

Nesta quarta-feira (8), a apresentadora do SBT Maisa Silva surpreendeu seus seguidores ao dizer que acredita sofrer com paralisia do sono.

Segundo a artista, a desconfiança surgiu depois de contar para as amigas. “Medo de dormir que eu tô”, escreveu ela no Twitter. Um seguidor chegou a escrever que viu um cachorro preto enorme entrar no quarto e subiu pelas paredes.

A paralisia do sono é uma condição na qual a pessoa desperta, mas não consegue realizar qualquer movimento corporal voluntário, pois os músculos não respondem. Ela dá a sensação de como você estivesse em parte acordado, mas seu corpo ainda estivesse dormindo.

O problema pode provocar situações como o aparecimento de vultos, monstros. Por isso algumas pessoas podem ter sensações estranhas e ruins.

A condição aparece quando o indivíduo desperta do estado mais profundo do sono, denominado REM (rapid eye moviment , em português, movimento rápido dos olhos). Ela pode durar segundos ou alguns minutos.

De acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono, há estudos que apontam que entre 15% a 40% de determinada população pode vivenciar alguma situação de paralisia do sono ao longo da vida. As estimativas, segundo especialistas, variam conforme a população estudada, em razão de itens como os fatores culturais e étnicos.

Mas o que causa o problema?

Há diversos fatores que podem fazer com que a pessoa tenha paralisia do sono. Para muitos especialistas, trata-se uma característica genética.

Estudos também apontam que ela pode ser influenciada por situações como constante estresse, privação do sono – quando o indivíduo dorme menos de sete horas por dia -, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e utilização de medicamentos para induzir o sono, sem orientação médica.

O problema também estar ligado a doenças psiquiátricas como depressão, ansiedade e síndrome do pânico.

O fenômeno é muito comum em indivíduos que possuem narcolepsia, transtorno no qual a pessoa tem sonolência intensa ao longo do dia, mesmo que tenha dormido bem durante a noite.

Tem cura?

Infelizmente, não existe um tratamento específico ou terapia para tratar o fenômeno para tratar o problema. Já quando a condição está relacionado a alguma doença psiquiátrica, os especialistas recomendam tratá-lo com remédios e tratamentos psicológicos.

Além disso, práticas como dormir ao menos sete horas por noite, manter o ritmo de sono, evitar cochilos durante o dia e não olhar o celular antes de dormir ajudam na indução de sono sem orientação médica.

Caso tenha uma crise, o recomendado é manter o foco mental sobre o despertar durante episódio e mexer os olhos rapidamente, com força.

*Informações das fontes Alexandre Azevedo, membro do Programa de Transtornos do Sono, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e Alan Eckeli, especialista em Medicina do Sono e professor da USP de Ribeirão Preto em entrevista à BCC em matéria do dia 02/12/2019.

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